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Os novos iPhone 7 e iPhone 7 Plus serão lançados no Brasil em 11 de novembro, segundo o site da fabricante Apple. Os aparelhos, porém, ainda não têm preço sugerido para o país.

Nos EUA, os novos smartphones da Apple chegaram em 16 de setembro. O valor vai de US$ 650 (iPhone 7 com 32 GB de armazenamento) a US$ 970 (iPhone 7 Plus com 256 GB de armazenamento).

As maiores novidades do iPhone 7 são: aparelhos resistentes a água, bateria com carga mais durável e ausência de entrada dedicada para fone de ouvido.

Os celulares vêm com um fone que é ligado na entrada do carregador de bateria. Mas os usuários têm a opção de comprar separadamente um novo fone sem fios, chamado AirPod, que custa US$ 160 nos EUA. O preço sugerido para o Brasil é de R$ 1,4 mil.

Já o iPhone 7 Plus, além destas funcionalidades, terá duas câmeras traseiras: uma grande-angular e outra do tipo teleobjetiva. As duas câmeras traseiras funcionam juntas para dar maior qualidade às fotos.

Os aparelhos serão resistentes a água e a bateria terá a carga mais durável de todos os iPhones já lançados,  anunciou a Apple.

O botão Home será alterado com uma tecnologia sensível ao toque, em vez de se movimentar mecanicamente. Haverá também nova opção de cor do iPhone, chamada jet black.

Fonte: http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2016/10/iphone-7-comeca-ser-vendido-no-brasil-em-11-de-novembro.html

Terça, 01 Novembro 2016 16:04

Instagram: como publicar fotos pelo PC?

>>> Como publicar fotos no Instagram pelo PC?

Oi, Ronaldo! Eu costumo fazer fotos com uma câmera profissional e depois publicá-las no meu Instagram. O problema é que dependendo da quantidade de fotos é um processo muito dispendioso, pois eu tenho que editá-las, copiá-las para o cartão de memória para então usar o aplicativo. Existe alguma maneira de eu publicar diretamente do meu PC? Caroline

Olá, Caroline! O Instagram possui uma versão oficial do seu aplicativo para PCs suportado pelo Windows 10, porém é preciso que o seu computador possua tela sensível ao toque. Existe uma alternativa para a mesma versão do sistema operacional que funciona em qualquer PC, o instalador do programa está disponível nesse link (aqui). Através do InstaPic será possível obter uma experiência de uso semelhante a do aplicativo do Instagram, porém só é possível publicar uma foto por vez na sua conta.

>>> Falha ao tentar apagar conversas longas no WhatsApp

Olá, Ronaldo! Eu estou tendo dificuldade ao tentar excluir conversas longas no WhatsApp, pois ao tocar em limpar as mensagens é exibida uma notificação do Android "O WhatsApp parou de funcionar", e após o aplicativo é reiniciado. Como eu faço para apagar as conversas longas no WhatsApp? Claudete

Olá, Claudete! A falha que você descreveu pode estar relacionada a uma instalabilidade na versão do aplicativo instalada no smartphone. Verifique se a versão mais recente está instalada. Se mesmo assim com a versão atual do WhatsApp o erro persistir, você pode contornar esse problema acessando as suas conversas do pelo computador e repetir a ação de exclusão.

>>> Android não reconhece o cartão de memória

Eu removi o cartão de memória do meu smartphone, e depois disso mesmo reiniciando o aparelho após inseri-lo ele não é reconhecido. Será que o cartão está danificado? Alexandre Gomes

Olá, Alexandre! É possível que o sistema de arquivos do cartão de memória tenha sido corrompido, nesse caso será preciso formatá-lo. Para solucionar o problema, insira o cartão no PC e siga os passos descritos abaixo: 

1 - Faça o download e instale um programa chamado USB Disk Storage Format Tool, disponível nesse link (aqui). 

2 - Execute o programa e defina o cartão com problemas no campo "Device".

3 - Selecione a opção "FAT" no campo "File System".

4 - Clique no botão "Format Disk". 

5 - Insira o cartão de memória no smartphone e verifique se ele está acessível para leitura e gravação de dados. 

Fonte: http://g1.globo.com/tecnologia/blog/tira-duvidas-de-tecnologia/post/instagram-como-publicar-fotos-pelo-pc.html

O Google publicou um alerta nesta segunda-feira (31) afirmando que criminosos estão explorando uma brecha ainda sem correção no Windows. A falha é utilizada em conjunto com uma brecha no plug-in do Flash, da Adobe, para obter o controle total do sistema quando uma página web maliciosa é visitada.

A Adobe e a Microsoft foram avisadas sobre os problemas no Flash e no Windows no dia 21 de outubro. A Adobe disponibilizou uma atualização no dia 26, mas a Microsoft não disponibilizou uma atualização até o momento e também não confirmou uma data para corrigir o problema.

A brecha no Flash é a mais grave das duas, pois permite que uma página web execute códigos. A vulnerabilidade no Windows é de "escalação de privilégio". Esse tipo de falha normalmente serve de complemento, pois eleva as permissões do código, abrindo caminho para dados e arquivos aos quais o ataque ao Flash não deveria dar acesso. Na prática, significa que o vírus instalado pelo ataque pode ser mais sofisticado e difícil de remover.

Segundo a Adobe, o ataque ocorreu de forma "limitada" contra usuários dos Windows 7, 8.1 e 10. 

O Google garantiu que usuários do Chrome estão protegidos porque o navegador não permite acesso à função vulnerável do Windows. Quem atualizar o Flash ou desativar o plug-in também ficará protegido contra os ataques já em andamento, mas, como a existência do erro foi divulgada pelo Google, é possível que o ataque seja adaptado para uso em outras situações, inclusive fora da web.

A coluna Segurança Digital recomenda a desativação do Flash, exatamente por se tratar de uma frequente porta de entrada em ataques. Os próprios navegadores já estão impondo restrições na execução do plug-in. A maior parte do conteúdo em Flash deve ser desativada em 2017, quando o Flash ficará reservado para apenas alguns sites que ainda não migraram para HTML5.

Prazos diferente para falhas ativas

Quando o Google descobre uma brecha inédita em um software, a empresa aguarda 90 dias para que o desenvolvedor responsável possa corrigir o problema antes da vulnerabilidade ser divulgada. Quando a falha é encontrada já em uso por criminosos, o prazo é de sete dias.

O Google justifica o prazo menor afirmando que ataques que usam brechas sem correção normalmente afetam apenas uma pequena parcela dos usuários e que essas vítimas normalmente precisam saber o quanto antes da existência de ataques. "Ativistas políticos são alvos frequentes e podem haver consequências para a segurança [física] em certas partes do mundo", diz a empresa.

O Google reconhece que sete dias é um prazo "agressivo" e que pode ser pouco tempo para que uma desenvolvedora corrija seu software. No entanto, o Google argumenta que "é tempo suficiente para publicar possíveis recomendações, como desativar um serviço temporariamente, restringir acesso ou entrar em contato para mais informações".

Fonte: http://g1.globo.com/tecnologia/blog/seguranca-digital/post/google-alerta-para-brecha-sem-correcao-no-windows.html

Um programador criou um código capaz de atacar dispositivos da "internet das coisas" vulneráveis ao vírus Mirai para corrigir preventivamente esses aparelhos e impedir o ataque pelo vírus. O código foi publicado na semana passada no site "Github" como uma "pesquisa de correção de falhas na internet das coisas" e, após causar polêmica, foi retirado do ar nesta terça-feira (1º).

O Mirai é um vírus que se espalha para sistemas que estejam com senhas fracas ou padrão no painel de administração via "telnet".  O código da praga foi liberado na rede, o que aumentou o número de ataques. Criminosos utilizam o vírus para tomar o controle de câmeras, gravadores digitais de vídeo e outros dispositivos da "internet das coisas", os mais vulneráveis a esse problema de autenticação no telnet, para tirar sites do ar com ataques de negação de serviço.

O programador responsável pelo "vírus anti-Mirai", que usa o nome de "Linsky", explicava na página do código que se trata de um projeto acadêmico e que ele não se responsabiliza pelo uso. Segundo ele, o código poderia ser adaptado para uso por empresas ou provedores que tenham interesse em propagar essa "praga do bem" em sua rede, de maneira controlada, sem permitir que o "vírus" se espalhe por toda a internet. 

Embora o codigo tenha sido retirado do site "Github" onde estava hospedado, o código era basicamente idêntico ao próprio Mirai, que continua disponível.

"Vírus do bem" são também chamados de "vírus benéficos" ou "nemátodos" (um nome proposto pelo especialista em segurança Dave Aitel). A ética para a utilização desses vírus é polêmica. Muitos especialistas não acham correto que esses vírus sejam distribuídos na internet.

Um dos mais antigos vírus desse tipo é o Welchia, propagado em 2003. Na época, ele combateu a disseminação do vírus Blaster, que podia contaminar sistemas com Windows 2000 e XP apenas por eles estarem conectados à internet. O Welchia explorava a mesma falha que o Blaster, mas instalava a atualização do Windows que fechava a vulnerabilidade e também removia o Blaster do sistema, caso ele estivesse presente.

Método de defesa

Pesquisadores da empresa de segurança Invincea também descobriram vulnerabilidades no código do Mirai que poderiam facilitar o trabalho de quem precisa se defender de ataques realizados com o vírus.

Segundo os especialistas, o código de ataque do Mirai pode ser "contra-atacado" de tal maneira que o programa responsável pelo ataque congele, interrompendo o ataque até que o criminoso reinicie a operação.

A ética desse procedimento também é incerta. Embora não cause nenhum dano para o dispositivo e nem chegue a dar acesso ao sistema infectado, o código ainda pode ser visto como "prejudicial". Em entrevista ao site "Threatpost", a Invincea não entrou no mérito da legalidade da tática, mas ressaltou que se trata de uma "área cinza'.

Fonte: http://g1.globo.com/tecnologia/blog/seguranca-digital/post/virus-do-bem-poderia-combater-praga-que-ataca-internet-das-coisas.html

A Campus Party Brasil 2017 irá acontecer entre os dias 31 de janeiro e 5 de fevereiro, novamente no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo. A organização do evento de tecnologia, ciência e cultura nerd também confirmou seu primeiro palestrante internacional: Pete Bethune, conservacionista marinho da Nova Zelândia que luta pela proteção dos ecossistemas e da vida selvagem.

A edição de 2017 da Campus Party é a décima no Brasil e a organização promete um evento especial, segundo Tonico Novaes, diretor-geral da Campus Party Brasil.

Outra novidade da Campus Party 2017 é a possibilidade dos campuseiros, os visitantes que acampam dentro do Anhembi, sugerirem alguma palestra ou conteúdo para a feira. Os mais votados podem fazer parte do evento, mas quem sugeriu a atividade precisa garantir a participação do palestrante na Campus Party. Mais informações podem ser lidas aqui.

Campus Party 2017

Quando: de 31 de janeiro a 5 de fevereiro de 2017

Onde: Pavilhão de Exposições Anhembi - Avenida Olavo Fontoura, 1209, São Paulo, SP

Entradas: R$ 240

Fonte: http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2016/10/campus-party-2017-acontece-entre-31-de-janeiro-e-5-de-fevereiro-no-anhembi.html

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